Como os indígenas foram retratados na imagem e os jesuítas?

Como os indígenas foram retratados na imagem e os jesuítas?
Resposta: Resposta: Havia uma prática que consistia em, o artista nunca ter visto um índio e desenhá-lo mesmo assim por intermédio da descrição dos navegadores. Explicação: Geralmente os índios eram desenhados segurando arco e flecha e ou lanças.
Como os índios foram retratados na imagem?
A primeiramente os índios foram vistos como selvagens, cruéis, primitivos, Pessoas perdidas. São diferentes definições que comporiam mais tarde a visão que foi definida como etnocentrismo, segundo a qual os europeus consideravam sua cultura – e a si mesmos – como superior à dos outros.
Como os jesuítas?
Os jesuítas eram padres que pertenciam à Companhia de Jesus, uma ordem religiosa vinculada à Igreja Católica que tinha como objetivo a pregação do evangelho pelo mundo. Essa ordem religiosa foi criada em 1534 pelo padre Inácio de Loyola e foi oficialmente reconhecida pela Igreja a partir do papa Paulo III em 1540.
Quais são as formas de vida familiar e em comunidade dos índios?
Suas cabanas eram divididas entre vários casais e seus filhos e, como não havia classes sociais, até mesmo o chefe da tribo dividia sua cabana. Duas figuras importantes na organização das tribos são o pajé e o cacique. O pajé é o sacerdote da tribo, pois conhece todos os rituais e recebe as mensagens dos deuses.
O que os jesuítas ensinavam para os índios?
Nos aldeamentos jesuíticos os índios eram educados para viver como cristãos. Essa educação significava uma imposição forçada de outra cultura, a cristã. Os jesuítas valiam-se de aspectos da cultura nativa, especialmente a língua, para se fazerem compreender e se aproximarem mais dos indígens.
Quem eram os jesuítas E o que eles faziam?
Os jesuítas eram padres que pertenciam à Companhia de Jesus, uma ordem religiosa vinculada à Igreja Católica que tinha como objetivo a pregação do evangelho pelo mundo. Essa ordem religiosa foi criada em 1534 pelo padre Inácio de Loyola e foi oficialmente reconhecida pela Igreja a partir do papa Paulo III em 1540.