Como saber se a trombose é genética?
Como saber se a trombose é genética?
Ouça em voz altaPausarAtravés do exame genético é possível saber se a pessoa apresenta predisposição genética (hereditária) para trombose sendo possível que o médico tome medidas preventivas. As mutações mais comuns são as seguintes: Mutação Fator V Leiden – F5 (R506Q) Mutação do gene da Protrombina – F2 (G20210A)
Quais são os fatores de risco da trombose?
Existem alguns fatores que são considerados de risco para a ocorrência de trombose, tais como:
- Pílula anticoncepcional;
- Histórico familiar;
- Obesidade;
- Gravidez e parto;
- Lesões ou cirurgias nas pernas ou nos pés;
- Machucados;
- Uso de medicamentos que interferem na coagulação;
Como fazer o diagnóstico de trombose?
Diagnóstico de Trombose Para saber se o seu caso é de trombose ou não, o médico deverá lhe fazer perguntas sobre seus sintomas e também realizará um exame físico. No entanto, esses métodos podem não ser suficientes para fazer o diagnóstico e outros exames podem ser solicitados.
Qual a probabilidade de trombose?
Verdade. Essa associação é mais séria no caso de voos longos, já que a pessoa fica sentada por muito tempo. Com isso, os vasos das pernas – que dependem de movimentação para levar o sangue de volta ao coração – não conseguem cumprir seu objetivo. E quando o líquido sanguíneo não circula, a probabilidade de trombose é maior.
Como evitar a trombose?
Adotar hábitos saudáveis, que vão combater os fatores de risco, é o caminho para evitar a trombose. Isso inclui praticar atividade física, ter uma alimentação equilibrada e não fumar. Além disso, é fundamental conhecer o seu histórico familiar, isto é, saber se outras pessoas da sua família já tiveram trombose.
Por que a trombose não apresenta sintomas?
A trombose não apresenta sintomas. Depende. Se o vaso afetado for pequeno, de fato, o problema pode passar despercebido. Agora, se a veia for profunda, dificilmente a pessoa não vai notar que algo está errado. “Os principais sintomas são dor, inchaço e sensação de peso nas pernas”, diz Francisco Osse.