Quais são as reações adversas do risperidona?
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Quais são as reações adversas do risperidona?
Alguns dos efeitos colaterais de Risperidona podem incluir falta de sono, agitação, ansiedade, dor de cabeça, sonolência, cansaço, dificuldade de concentração, visão embaçada, tontura, má digestão, náusea, dor abdominal, prisão de ventre, problemas na potência sexual, nariz entupido ou perda involuntária de urina.
O que é a esquizofrenia refratária?
A esquizofrenia refratária (ou resistente) pode ser identificada quando, apesar do tratamento adequado, o paciente mantém sintomas agudos da doença, como delírios e alucinações, alterações graves do comportamento, desorganização mental marcante e isolamento social e emocional progressivos.
Como é o desmame do risperidona?
como fazer o desmame do medicamento Risperdal? Sem entrar na questão do motivo que levou a retirada, retirar sempre de modo gradativo. Como existe na apresentação solução, sugiro que converse com o médico responsável e coloque a possibilidade de retirar gota a gota, de preferencia a cada três dias.
Quanto tempo demora para o risperidona sair do organismo?
Como o inicio do uso e recente, sugere-se um tempo de `wash out` de cerca de 7 a 10 dias.
Quanto tempo dura o efeito colateral do risperidona?
Para melhora de agressividade e agitação já existe melhora no primeiro dia de uso. Melhora das alucinações (como ouvir vozes e ver vultos) costuma ocorrer já na primeira semana de uso, com efeito máximo em até 1 mês de uso. Delírios (como mania de perseguição) podem demorar semanas a meses para melhorar.
O que é um paciente refratário?
O termo refratário, presente na literatura, genericamente refere-se àqueles pacientes corretamente diagnosticados como esquizofrênicos e que, apesar de terem recebido tratamento farmacológico e psicossocial, obtiveram resultados pouco satisfatórios, marcados por intenso prejuízo das relações interpessoais.
Como tratar esquizofrenia refratária?
RESULTADOS E CONCLUSÕES: Pelo menos um terço dos pacientes com esquizofrenia são refratários a tratamento com antipsicóticos e as evidências apontam a clozapina em monoterapia como a principal opção nesses casos. A politerapia com antipsicóticos não tem apoio em evidências.