A testosterona é produzida em diferentes locais. Nos homens, ela é produzida, principalmente, no testículo a partir do colesterol por células especializadas desse órgão chamadas de células de Leydig. Já na mulher, a produção é observada, por exemplo, nos ovários.
Leia maisA vacina contra a dengue é fabricada utilizando-se um vírus da dengue atenuado, ou seja, em uma forma incapaz de causar a doença. Apesar de ser incapaz de causar dengue no paciente, o vírus permite que o sistema imunológico produza anticorpos contra ele, garantindo uma proteção contra a doença.
Leia maisA tecnologia na saúde está mudando rapidamente o setor de assistência médica, melhorando os resultados para profissionais e pacientes. Avanços consistentes em produtos farmacêuticos e na área médica já salvaram milhões de vidas e melhoraram muitas outras.
Leia maisTaxa de câmbio x variação cambial do dólar. O dólar varia por um motivo muito simples: o conceito de oferta e demanda. ... A relação entre esses dois conceitos pode ser entendida como diretamente proporcional: se o dólar aumenta de valor em comparação à moeda do país de análise, a taxa cambial também aumenta.
Leia maisEm algumas pessoas (geralmente aquelas com o sistema imunológico muito debilitado), a toxoplasmose causa inflamação dos pulmões (pneumonite), do coração (miocardite ) ou, menos comumente, do fígado (hepatite ). O órgão afetado pode parar de funcionar adequadamente (chamado de insuficiência de órgão).
Leia maisPara preservar o nosso patrimônio, a Constituição Federal Brasileira afirma que o Poder Público, com a colaboração da comunidade, deve promover e proteger o patrimônio cultural brasileiro, por meio de inventários, registros, vigilância, tombamento e desapropriação, e de outras formas de acautelamento e preservação.
Leia maisA testosterona é o andrógeno mais abundante secretado pelas células de Leydig. É tanto um hormônio quanto um pró-hormônio que pode ser convertido em outro potente androgênio (diidrotestosterona) e hormônio estrogênio (estradiol).
Leia maisO sedentarismo é um dos principais fatores de risco para a hipertensão. Um estilo de vida sedentário provoca alterações vasculares, cardíacas e metabólicas que aumentam o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
Leia maisNo século XVIII, uma experiência com a oxidação de ferro acabou oferecendo acidentalmente o pigmento azul-da-prússia. Do ponto de vista econômico, a descoberta veio a baratear os processos de tingimento e a própria fabricação das tintas empregadas na fabricação de quadros e telas.
Leia maisSão animais que vivem no subsolo enterrados em tocas e galerias. As toupeiras têm o corpo alongado e coberto de pêlos. Não têm orelhas externas e, devido ao seu modo de vida, são total ou parcialmente cegas. A sua alimentação faz-se à base de pequenos animais invertebrados que vivem no solo.
Leia maisA produção de testosterona se inicia logo após o nascimento, porém em níveis muito baixos. Quando é atingido o período de puberdade, o hipotálamo passa a permitir que os hormônios luteinizantes sejam produzidos. A produção da testosterona ocorre em diferentes locais do corpo.
Leia maisOuça em voz altaPausarExistem órgãos de choque Por isso, quando tristes ou estressadas, algumas pessoas sentem dor de estômago; já outras sentem dor de cabeça e por aí vai. Caso esses sentimentos negativos perssistam, podem causar alteração física crônica, levando a doenças, como a gastrite (ferida no estômago).
Leia maisO diagnóstico laboratorial é baseado na análise de amostras clínicas e de amostras bromatológicas (casos de Botulismo alimentar). Os exames laboratoriais podem ser realizados por várias técnicas, sendo a mais comum a detecção da toxina botulínica por meio de bioensaio em camundongos.
Leia maisA TCC foi desenvolvida por Aaron Beck na década de 1960 como uma alternativa no tratamento de sujeitos com depressão que não se beneficiavam do modelo psicanalítico. A TCC é baseada no modelo cognitivo: a maneira que indivíduos percebem as situações é mais importante do que a situação em si.
Leia maisA toxina colérica é capaz de causar diarreia aquosa profusa pela alteração no fluxo de íons ao longo da mucosa intestinal. A subunidade B da toxina colérica se liga a receptores de gangliosídios GM1 nas células epiteliais do intestino.
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